Não sei... Se a vida é curta Ou longa demais pra nós, Mas sei que nada do que vivemos Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas(...) É o que dá sentido à vida.(CORA CORALINA)

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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O RELÓGIO DO AMOR FAZ TIC-TAC?

Queridas(os) amigas(os) avassaladoras(res)...

Como já escrevi aqui por várias ocasiões , o universo conspira ao meu favor!

Outro dia recebi uma mensagem via twitter e um amigo avassalador que dizia:

“Age does not protect you from love, but love to some extent protects you from age."

A frase estava atribuída a Anaïs Nin (Famosa pela publicação de diários pessoais, que medem um período de quarenta anos, começando quando tinha doze anos. Foi amante de Henry Miller e só permitiu que seus diários fossem publicados após a morte de seu marido Hugh Guiler.)

Amei a frase!

Imagine que coisa perfeita de dizer: A idade não protege você do amor, mas o amor pode de alguma maneira proteger você da idade.! ( tradução livre)

Fiquei filosofando com meus botões:

Por que razão alguém desejaria proteger-se do amor? Há um tempo certo para amar? Amor tem prazo de validade?

Será?

Bem... Não bastasse a frase,recebi um email da galera avassaladora do site A2 encontros de nossa amiga Claudya Toledo e firmamos uma parceria ( detalhes na coluna promoções).

A coisa tomou volume da seriedade! E a pergunta básica para esta postagem é:
Nunca é tarde para amar?

O que você pensa a respeito?

Pesquisei, para começar, a origem da frase. Curiosidade a parte, a frase é na verdade de Jeanne Moreau uma das melhores atrizes do século XX e ícone feminista .Viveu seus amores com coragem e atitude alem do seu tempo.

Mas vamos voltar ao que nos interessa agora. Você acha que existe uma idade limite para apaixonar-se?

E os amores têm proibições e regras rígidas a serem seguidas sobre pena de “arder no mármore do inferno”?

É errado uma mulher ter mais idade do que seu amor?

É mais correto um homem com mais idade do que sua eleita?

Quem foi que determinou isso? Onde está escrito o “manual do amor”?

Fui ao pai Google procurar casais de todas as idades e de todos os tempos. E descobri uma coisa sensacional!

Não existe regra alguma para amar ! Amor não tem idade, tamanho, cor, forma, cheiro ou sabor... Etéreo... Transcende ... É meta... Como diz a canção de Chico Buarque:

“ Será, que será?
O que não tem decência
Nem nunca terá!
O que não tem censura
Nem nunca terá!
O que não faz sentido...”

Alguns exemplos famosos vem do cinema. Talvez vocês se lembrem de Humphrey Bogart , aquele do clássico Casa Blanca. Ele era 25 anos mais velho do que seu grande amor Lauren Bacall.

Outro caso clássico foi o de Katherine Hepburn e Spencer Tracy. Esses amantes viveram uma tórrida paixão em “pecado” pois Tracy jamais divorciou-se e nunca casou com Cat. Porem, os dois eram reconhecidos por toda sociedade como um casal.

Na historia mais recente temos a belíssima Demy Moore e seu companheiro Ashton Kutcher que é 16 anos mais jovem! O casal vive uma historia de amor há quase 10 anos.

O que falar do amor de Antonio Banderas por Mellanie Griffith... alem da diferença de idade, a musa do homem mais desejado das telonas tem sérios problemas com álcool e faz frequentes tratamentos de desintoxicação.

No Brasil temos exemplos bons e ruins... como em qualquer lugar.Uma mulher que admiro e vive seu amor na plenitude é Marília Pera. Do alto de seus bem vividos 67 anos está casada desde 1998 com o economista Bruno Faria.

O importante é definir o indefinido. NÃO HÁ TEMPO CERTO OU ERRADO PARA AMAR!

Encontramos um filme delicado sobre o tema com a belíssima Michelle Pfeiffer com o titulo dessa postagem. Assisti e adorei!

Há uma cena linda de um dialogo entre a personagem de Michelle e a filha pré-adolescente. A filha reclama com a mãe e diz que já não brinca mais com bonecas Barbie... a mãe responde:

Tudo bem filha, mas eu ainda gosto de brincar com as bonecas, vem brincar!

Delicia!

Quero morrer de juventude empapuçada de amor!(essa frase é minha mesmo!)






Para terminar com chave de ouro encontramos durante a pesquisa uma perola de Anaïs Nin que poderia ser plastificada e levada na carteira tal qual um santinho de sua devoção:

“Eu escolho um homem que não duvide de minha coragem, que não me acredite inocente;

que tenha a coragem de me tratar como uma mulher.”

Essa merece um ponto final!













1 comentários:

ALICE CURTIS disse...

Se o amor tivesse sentido não poderia ser tão interessante... Bj

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